Rua São Manoel, 1197 - 2° Andar - 90620-110
Santana - Porto Alegre/RS

F: (51) 3217-5193
Busca rápida
Bem Vindo! Porto Alegre, RS, 05 de Setembro de 2010, 16:17
Login
Senha
esqueceu sua senha?
Cadastre-se para receber nossas novidades:
31/08/2010
CRECE visita associados da Região Carbonífera do Vale do Jacuí

31/08/2010
Empresas: Sul supera Sudeste e lidera em rentabilidade

23/08/2010
COMUNICADO DE FALECIMENTO

22/08/2010
Pacote de internet GRÁTIS no celular? A CRECE têm smartphones ESPERANDO VOCÊ!

17/08/2010
Vem aí convênio com a FACOS, em Osório

17/08/2010
Cursos técnicos FTEC. Suas melhores escolhas estão aqui.


Voltar para todas as notícias »
Home > Utilidades > Notícias




14/06/2010

Atuais e futuras gerações terão mais perspectivas


Por Hebert Xavier

Filhos da recessão enfrentada pelo País nos anos 1980 e 1990 torcem para que as novas gerações desfrutem, enfim, da produção de riqueza. Avaliação dos economistas é de que, agora, Brasil reúne as condições necessárias para a repetição de um novo ciclo expansionista.

Se você tem um filho com menos de 15 anos, saiba que a sorte dele é maior do que a sua. Se for neto, tem tanta sorte quanto você. Como assim? A possibilidade de retomada de um ciclo consistente e duradouro de crescimento econômico no país ilumina as novas gerações, que devem aproveitar as benesses de uma economia em alta.

Seus pais, gente que hoje têm entre 20 e 50 anos, ao contrário, enfrentaram mais dificuldades por viverem em um momento marcado pela estagnação e poucas oportunidades de trabalho e renda - um período de vacas magras, enfim.

O último ciclo de forte expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 1968 a 1976, quando a economia crescia a um ritmo médio próximo a 10% ao ano. Desde então, o país patina, apresentando ora resultados satisfatórios, ora desempenhos pífios. A avaliação dos economistas é de que, agora, o Brasil reúne as condições necessárias para a repetição de um novo ciclo expansionista.

"Diria até que as variáveis são melhores do que nos anos 1970, ou seja, temos as ferramentas para crescer por um período ainda maior", diz Carlos Thadeu de Freitas Gomes, ex-diretor da Dívida Pública do Banco Central.

Pleno emprego
O PIB mostra o comportamento geral de uma economia, pela soma dos bens e serviços produzidos por um país - é formado pela indústria, agropecuária e serviços. O fato de estar em expansão forte abre, na vida prática de cada um, uma vastidão de oportunidades.

Aposentado do Banco do Brasil desde os anos 1980, Alvimar Gomes da Fonseca, 72 anos, sonha com a volta de uma época em que as coisas "eram mais fáceis". Não que fossem de fato, é claro. Mas as pressões vindas da falta de oportunidades eram menores. Hoje, torce por seus netos João Vítor e Carolina Mundim, de 10 e 15 anos, respectivamente.

Entre as duas gerações de Alvimar e João Vítor, há a comerciante Flávia Neumar Gomes da Fonseca, filha do aposentado. Ela é dona de uma loja de roupas na Savassi, tradicional região de Belo Horizonte.

Nascida na década de 1970, Flávia cresceu, estudou e trabalhou em um país cujo PIB médio aumentou menos de 2% em duas décadas. "Eu sei de uma coisa: aos 33 anos comprei meu carro e já cheguei a ter quatro na garagem", diz, saudoso, Alvimar Fonseca. "Enquanto isso, a Flávia tem só um".

Se tudo der certo, João Vitor e Carolina encontrarão um país com muito mais oportunidade econômica. De emprego, por exemplo. Cálculos da Fundação Seade, vinculada ao governo paulista, mostram que, a cada ponto percentual de crescimento do PIB, a taxa de desemprego recua meio ponto percentual na Grande São Paulo. Dessa forma, se a previsão de expansão média de 5% nos próximos anos vingar, a economia do país passará à condição de pleno emprego.

Para ficar
Na última terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os últimos números do PIB: cresceu 9% ante o primeiro trimestre do ano passado, a maior expansão em tal comparação de toda a série histórica iniciada em 1995.

Um indicador mais apropriado para ilustrar a melhora é lembrar que o consumo das famílias brasileiras cresce ininterruptamente há seis anos - aumentou 9,3% no primeiro trimestre frente a igual período de 2009.

Melhor ainda é que os investimentos dispararam 26%. Isso é importante para permitir a manutenção da expansão do PIB sem a arrancada dos preços, pois o país terá mais produção para acompanhar a alta do consumo, impedindo a chamada inflação de demanda.

Inflação
Economistas estimam que o país precisa de taxa de investimento de 25% do PIB para ter mais segurança. Atualmente, essa taxa é inferior a 20%. "O país consegue aguentar um crescimento de curto prazo sem provocar inflação, mas, para crescer a pelo menos 5,5% nos próximos anos, o Brasil terá de investir bem mais do que está fazendo", diz o economista Alcides Leite Júnior, da Trevisan Escola de Negócios.

Uma das características desses momentos expansionistas é a transformação do país em um canteiro de obras - o que já existe na China há alguns anos. Hoje, uma viagem de carro pelo país revela inúmeras obras, privadas e públicas. É um cenário que a chamada geração produtiva (que tem de 20 a 50 anos) não está acostumada a ver no país. "Tomara que venha para ficar. Meus netos merecem", afirma Alvimar da Fonseca.

Fonte: Correio Braziliense



Coop. de Economia e Crédito Mútuo dos Eletricitários do RS
CNPJ 92.825.397/0001-79
Rua São Manoel, 1197 - 2° Andar . 90620-110 . Santana . Porto Alegre/RS

F: (51) 3217-5193   atendimento@crece.com.br


Institucional
Orgãos Estatutários
Políticas de Crédito
Gerenciamento do Risco Operacional
Estatuto Social
Ação Social
Informativos da CRECE
Rede de Atendimento



Utilidades
O que é uma cooperativa de crédito?
Perguntas Freqüentes
Galeria de Fotos
CRECE News
Notícias de Economia
Links
Downloads



Produtos da Cooperativa
Assessoria de Informática
Assessoria Financeira
Assessoria Jurídica
Capital
Correspondente Bancário
Empréstimos
Investimentos e Captação
Pacote de Produtos e Serviços
Seguros
Serviço de Telefonia Móvel



Associe-se

Comunicação
Fale Conosco - SAC
Mapa de Localização
Ouvidoria

WebMail



Copyright © 2008 - CRECE - Todos os direitos reservados